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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Quanto tempo!




Nossa... faz muito tempo que não passo por aqui...

Não sei o que me deu, mas acho que foi a falta de tempo e o medo de decepcionar...

Hoje estou tão feliz, que até resolvi escrever!

Tantas coisas aconteceram e não pude relatar aqui...

Tantos motivos eu deixei, angustias e desilusões...

Tantos encontros e desencontros, sorrisos, cigarros...

Tantas festas, tanto alcool e nem pude lhes contar as novas...

Tantos amigos que deixei, tantos me deixaram...

Alguns fiz questão de esquecer, outros me esqueceram sem que eu pudesse pedir pra ficar...

Tantos amigos novos e doces encontrei, tantas mentiras acho que inventei...

Tantas mentiras me inventaram que eu até acreditei...

Tantas promessas eu fiz, tantas estrelas eu contei...

Tanto amor eu recebi...

Tanto amor tenho dado, de forma gentil, doce, quente, selvagem...

Tão feliz aqui estou, por voltar a escrever e dizer que talvez venha sempre aqui e digite algo para alguem...

Alguem que queira me ouvir...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Feliz Natal... Feliz ano novo...


Desejo a todos os meus amigos e aqueles que sempre passam por aqui um Natal cheio de alegria, e que esse novo ano seja um ano de paz, amor, felicidade, saúde e muito sucesso.


Que todos alcancem seus objetivos e que alcancem a plena felicidade.


Quero pedir desculpas por não estar atualizando o blog como antes, mas dizer que no ano que vem terá muitas novidades.


Um grande beijo a todos e um feliz natal e um novo ano melhor ainda!!!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Carta para o futuro

Faz algum tempo que não escrevo nesse blog, mas a tecnologia me pregou uma peça e meu precioso computador está doente...

Peço desculpas aos meus amigos que ainda nem tive tempo de visitar e responder aos docês recados que me deixaram...

Dedico esse post ao meu pequeno grande amigo José, que por uma fatalidade do destino e obra errada da vida deixou esse mundo a poucos dias mas teve tempo de amar e ser amado, sorrir e abraçar seu filho que ainda pequeno não entende as desventuras dessa vida... e é com enorme saudade e lembrança de ótimos momentos que devemos seguir em frente...

Escrevi esse post a algum tempo e acho que expressa o sentimento de toda mulher...

Fico imaginando como seria seu rosto
Como seriam seus olhinhos brilhando pela primeira vez
Pensando sobre suas primeiras descobertas
Seus primeiros passos
A primeira palavra
Os gestos de amor, de compaixão
E eu alí parada, sonhando seu futuro
Imaginando seu primeiro beijo
A descoberta do amor
Imaginando seu primeiro amor não correspondido
Suas lágrimas e confidências
E eu alí parada, sonhando seu futuro...
Pensando como seria ensinar-lhe a vida
Como seria proteger-lhe do mundo e seus desencantos
Ensinar a ser gentil e a gostar da vida
Aproveitar cada momento
Sonhar junto
Fazer planos
Rir
Amar
Amar, amar, amar...
Dedico á você que um dia irá chegar.
Sem eu saber o que será, mas com a certeza de que será o mais amado e feliz, mesmo em meus sonhos mais secretos...

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Docê vida


Pensando sobre a vida

Refletindo sobre meus momentos

Sonhando com o amanhã

Ah, docê vida

Por onde passo meus anseios

Meus desejos e devaneios

Curando feridas

Caindo sobre o chão

Andar na contramão

Ah, docê coração

Por onde passam ilusões

Desejos desesperados

Implorarando o gosto amargo

Sofrendo desnorteado

Pedindo pelo amor

Ah, docê vida

Me toma nos braços

Na ânsia de me ter

Me implora compaixão

Me sopra o mundo todo

Um universo de descobertas

Infinitamente belas

Como quem carrega uma criança no colo

E me ensina a cada dia

Me ensina a andar...

sexta-feira, 18 de julho de 2008

A bolha...


Todos estão distantes

Vejo que estão em uma bolha

Luto para perfura-la

Minhas unhas estão curtas

Procuro algo que possa me ajudar a entrar

Não encontro

Me isolo em meu mundo escuro e frio

Fecho os olhos

Abro e não vejo ninguem

Todos estão longe

A bolha levita no ar

E eu não consigo alcança-la

Procuro uma escada

Não encontro

Fecho os olhos novamente e quando abro...

A bolha se foi

Estão longe

Foi ficando cada vez menor

E eu alí parada

Olhando a bolha

Talvez o vento a traga de volta...

Não.

Ela foi embora

E eu alí parada

Tive a certeza de que jamais voltaria a vê-la

Seria impossivel alcança-la

Refleti sobre todos que lá estavam

Percebi que poderia até quem sabe ser feliz criando a minha...

A minha bolha...

terça-feira, 8 de julho de 2008

Pensamentos...


Hoje tive vontade de olhar para o céu horas a fio

Sem pensar em nada

Só olhar e contemplar o mundo

Eu e meus singelos sonhos

Percebi que o pensamento é algo mesmo incostante

Dificil de controlar

Vêm com a velocidade de um furacão

Te toma como um tsunami

E você alí parado tentando controlar o incontrolável

Mas é algo inatingivel

Que nem mesmo o mais cruel dos homens pode sabotar

A sociedade exige que tenhamos um certo tipo de conduta

Mas não pode nos exigir como pensar

Entretanto, fiquei alí parada

Olhando a beleza do céu e o sol brilhando forte aos meus olhos

Pensando...

Em como seria bom, se pudessemos controlar nossa vida

Assim como a força do pensamento nos controla

E percebi que minha vida é um eterno andar conforme a música que a "banda" toca...

Que mesmo que eu não queira

O sol continuará a brilhar

O céu continuará azul

E os homens não vão mudar

Ao passo que, tentarão de todas as formas dominar o mundo

Controlar nossos passos

E isso está cada vez mais nitido

As leis são exemplo disto

Porem, naquele momento, pensei em algo que não tinha me vindo a mente ainda

Mudam as leis, os homens jamais!

domingo, 22 de junho de 2008

Doses de rancor


Estava um dia chuvoso

Resolveu que iria ficar em casa

Curtindo um pouco a solidão

Que já a acompanha a um longo tempo

Decidiu que em meio a grandes nevoeiros

Tocaria o barco devagar...

Distante de tudo e de todos

Sonhou em ser uma princesa

Sonhou amar alguem

Imaginou sua vida de um jeito diferente

Doses e mais doses de rancor à levaram para um sonho diferente

Ficou triste

Chorou, como a muito não chorava

Sentiu dor como à muito não sentia

Se sentiu só, olhando a chuva através da janela de vidro embaçada

Seu coração gritava, e a cada grito um timido gemido

Sonhos desmoronavam e ela não aceitava o fato de perder

Perder...

Sempre soube que poderia acontecer

Mas não aceitava

Ela não queria

Só queria sentir de novo o gosto

Talvez experimentar o novo

Medo.

Teve medo, do que estaria por vir...

Sentiu pena de sí mesma

Teve raiva dos impulsos que a levaram para esse mundo

Sofreu com a chuva

Tal qual suas lágrimas desciam pelo seu rosto pálido

Teve ódio dos sentimentos

Mais uma dose de rancor, com um pouco de tédio

E seu coração desmoronou

Bem como seus planos e sonhos

Dormiu para escapar da vida

E não deseja acordar novamente

Quer apenas sonhar com sua vida diferente

E se sentir um pouco melhor

Até a chuva passar

E quem sabe poder saír por aí novamente

E quem sabe até esboçar um sorriso novamente...
 
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